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Eu me revolto!


Hoje acordei mordida pela raiva e revolta. Dois sentimentos que não me deixam muito à vontade!

O Projeto “Lado a Lado com a Prevenção” que o GAM executa desde 2006 e que recebeu por 2 anos verbas do PAM (Plano de Ações e Metas) foi aprovado por unanimidade no dia 01/01/2009 pela câmara dos vereadores, de acordo com a lei o Prefeito teria 10 dias após a data de aprovação para recorrer, o que não aconteceu, e hoje 24 de Abril, 113 (cento e treze) dias após essa aprovação o convênio ainda não foi assinado e os adolescentes e jovens do municipio estão sem ações de informação e educação em saúde sexual e reprodutiva, visto que é esse projeto que atende essa demanda.

Outro fato que me aborreceu e muito é um de conhecimento da maioria das pessoas: “Toque de recolher para menores”. Quem ainda não teve a oportunidade de ver por favor veja a reportagem do Bom dia Brasil de hoje.
De tudo que ouvi a unica coisa que concordei foi com a fala do Representante do Conselho Nacional dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, Ariel de Castro Alves, “Esse toque de recolher tem um tom de criminalização e de perseguição a crianças e adolescentes e se emprega à polícia, que certamente não é capacitada e preparada para esse tipo de abordagem”.

A minha pergunta é a seguinte:
Como nós vigilantes compremitidos com a causa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos de Adolescentes vamos atuar nesses dois casos? O que o Comitê consultivo pode e deve fazer para ajudar na resolução desses casos?

Recorro aos vigilantes porque acho que esse é o nosso papel!

Link>>>

Dani

Saúde Integral do/a Adolescente

Boa Tarde Vigilantes!

No dia 23/04 na próxima quinta-feira realizaremos um evento em comemoração ao Dia Mundial da Saúde com o Tema “Saúde Integral do Adolescente”.

O Filippo, adolescente vigilante estará na mesa apresentado a PNSSR e falará também sobre o que é a Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes.

Sintam-se convidados!!!!

bjs

Dani-GAM

convite1 - convite1

Poster do Projeto “VIGILANTES”

Pessoal,
poster vigilantes2009web2 - poster vigilantes2009web2
Fizemos esse poster para um evento em que Maggie esteve presente no Rio, semana passada. Pensamos que seria bom que todos os vigilantes pudessem ter acesso ao poster. Aqui, colocamos uma amostra para você poder compartilhar com seus colegas, apoiadores, contatos, instituições, amigos…

Abraços

Diagnóstico de duas unidades de saúde em Recife

Queridos/as vigilantes…

Finalmente conseguimos ir a campo e fazer o diagnóstico nas unidades básicas de saúde - UBS, que aqui são reconhecidos como postos de saúde do Programa de Saúde da Família - PSF.

A multiplicadora e vigilante Edneusa Lopes e eu, visitamos dois PSF:
1º No posto Alcides Codeceira - Bairro Alto José Bonifácio. Distrito III. Recife-PE. O entrevistado foi o supervisor de equipes do PSF, Luis José.
2º No posto do Bairro Alto José do Pinho. Distrito III. Recife-PE. A entrevistada foi a técnica de enfermagem que responde pelo posto, senhora Roberta Correia Leal.

Ao chegar ao posto com a camisa do projeto, nos identificamos, falamos um pouco do projeto e o porque que estavamos ali, e começamos a fazer a entrevista. Nos dois postos fomos muito bem atendidas, assim como as demais pessoas. Tinha boa codição de higiene, e aparentemente de saneamento, e segundo funcionários também um bom quantitativo de remédios e métodos.

Tais postos ficam em áreas de morros na zona norte do Recife, que é uma região periférica, mas que vem tendo crescente desenvolvimento e começam a surgir pequenas áreas de classe média. Nestas zonas, é imprecionanete o número de adolescentes grávidas, no segundo posto que visitei, tinham umas três com bebês.

Aqui o sistema funciona da seguinte forma, no posto de saúde existe de duas a quatro equipes formada por: 1 médico/a, enfermeiras e auxiliares de enfermagem. Atendimentos especializados são sempre encaminhados para policlínicas e outros. Esta equipe também é composta por agentes de saúdes comunitários, e cada equipe corresponde a uma área. Para você fazer marcação, é necessário que você faça por meio desse agente comunitário que vai ao menos uma vez por mês em sua casa, ou você pode ir também ao posto. É então feito um cadastro manual (que fica no posto e não é encaminhado nem pro distrito), você recebe uma carteira, marca a consulta e pode remarcar com este mesmo cadastro… Sempre por meio da agente de saúde de sua área. Cada agente fica responsável por aproximadamente de 150 a 200 famílias.

Quando perguntei sobre a distribuição de métodos, disseram que vinha em quantidade satisfatória. São 15 preservativos por mês. Para receber pilula, a pessoa tem que passar por uma cosulta e receberá um cartão para pegar todo mês. A funcionária da farmácia disse que as vezes só vem faltar no fim do mês. No segundo posto que fui, a quantidade de preservativo era negociável de acordo com a necessidade da pessoa, distribuiam até preservativo feminimo, mas a procura era muito pequena. Quanto a adolescentes, disseram que distribuiam também independente da idade, por que a realidade da comunidade é que as meninas engravidam muito cedo!

Especificamente sobre a pílula de emergencia, a pessoa se dirige a agente de saúde ou funcionária da farmácia, que encaminha para o médico presente na unidade que permitirá a entrega e dirá como a pessoa deve tomar, e ainda esta pessoa tem que responder um questionário que é enviado pelo distrito. Ao que parece, esse questionário é apenas para ter um diagnóstico sobre o perfil da pessoa, idade, etc. E é obvio que essa distribuição só é possível no horário de funcionamento do posto que é das 8 as 12 horas, e de 14 as 17 horas.

A única reclamação que escutei, no primero posto, é que faltava até receiturário (como naquele dia), e as vezes materiais mais no fim do mês. No segundo posto, a técnica reclamava que lá eram apenas duas equipes de saúde, enquanto o do primeiro posto eram quatro.

No caso das mulheres que chegam a procura de serviços de ginecologia, na maioria das vezes é atendida pela enfermeira, que poderia também fazer a carteira dessa mulher para recebimento de métodos. Se o homem procura serviço de urologia, é encaminhado para uma unidade que tenha essa especialidade.

A maioria das pessoas que frequentam são idosas, mulheres entre 24 a 50 anos, crianças que também são atendidas pelo clínico geral, e o pouco que recebem de adolescentes e jovens são por que estão grávidas.

Quanto a serviços de ações educativas, existe uma diferença entre os dois postos. No primeiro, as palestras e orientações são exclusivamente realizadas fora do posto, em locais da comunidade também por iniciatia delas. Por exemplo, se um grupo de jovens deseja uma palestra sobre DST, eles procuram a agente de saúde ou enfermeira e agendam alguma atividade. No segundo posto, as palestras são realizadas tanto na unidade, quanto na comunidade. Inclusive, quando chegamos, estava havendo uma sobre saúde bucal realizada por uma técnica de enfermagem. As palestras são de saúde como um todo, isso também inclue de prevenção a DST/AIDS e métodos… As que são no posto, são sempre no perído de sala de espera antes da consulta, as que são na comunidade são tanto por iniciativa das enfermeiras, quanto da própria comunidade.

O que me chamou mais atenção, de uma forma geral é que para a prestação de um bom seviço de saúde, vai depender quase sempre da boa vontade e iniciativa de funcionários do próprio posto. O primeiro, por exemplo, tinha quatro equipes, mas estas só realizavam atividades educativas quando solicitavam. O segundo, bem menor com duas equipes ia em busca de adolescentes, jovens, idosos, e outras pessoas para realizar as atividades educativas afim de aproximá-lo do posto.

Então provavelmente a nossa principal necessidade seja a de sensibilizar tais profissionais, por que raramente veremos adolescentes procurando o serviço de saúde, se na maioria das vezes ele nem sabe que tal serviço existe!

Foi uma experiência evidenciadora!

Tchicas e Tchicos… Voltei! (quer dizer, não exatamente por que ainda estou em São Paulo. hehe.)

Bom, vou começar falando do quanto foi difícil, desgastante e prazerosa a concetização desse sonho de participar do XI Encontro Feminista LatinoAmericano e do Caribe - EFLAC…

O encontro ocorreu do dia 16 a 20 de março na Cidade do México- MX, e contou com a participação de 1.200 mulheres. Mas o encontro em si na verdade é o MEIO, por que dois meses antes já estavamos nos organizando, reunindo os documentos necessários para retirada do visto, fazendo projeto e oficios para buscar apoiadores, e também elaborando nossas intervenções. Tivemos exautivas reuniões virtuais, pois as jovens moram em cidades distintas, muitos e-mails e telefonemas trocados, muitas pesquisas, e o momento do encontro se aproximava.

Passei por um sufoco enorme para conseguir ir ao consulado mexicano no Rio de Janeiro (posso contar essa longa aventura a vocês em outo momento), e com muito sacrificio e a recomendação do consul de que não me envolvesse em nenhma manifestação, consegui a concessão do visto para 30 dias. As outras meninas encontraram tanta dificuldade ou mais que eu para conseguir o visto também, uma delas até foi discriminada por que poderia ter conseguido apenas declarando sua própria renda que era o suficiente, mas o consul não acreditou que uma jovem pudesse ser independente de pai e mãe, e foi necessário que a Fernanda Lopes da UNFPA ficasse 40 min ao telefone tentando convencer o consul da importância da participação dessa jovem!

Mais uma vez saimos vitoriosas. A UNFPA esteve nos apoiando em parte desse processo no pagamento da inscrição de cada jovem, custos dos materiais, translados, etc. Mas quando embarcamos para o México ainda não havia o dinheiro em nossas contas que só caiu na segunda dia 16 março quando já estavamos lá, e os nossos cartões não eram internacionais, resultado… estavamos com pouquissima grana!

Até a abertura, tudo em paz, mas depois começou uma espécie de resistência quanto a participação das jovens. Não que elas devessem participar ou não, mas que elas são apenas feministas, como todas as outras… Elas não queriam reconhecer que embora partissimos de um ponto em comum que é ser mulheres, temos diferenças, temos especificidades. E isso, na verdade, significa um retrocesso, pois no ultimo EFLAC que foi aqui no Brasil as Jovens da america latina e do caribe, fizeram ma carta apresentaa no final do encontro firmando um pacto de que deveria sempre se garantir a resença das jovens feministas nos EFLACs. Precisavamos então fazer alguma coisa!

No dia seguinte passei boa parte da manhã comprando materiais para as ações (o difícil foi explicar em portunhol o que eu queria em cada loja que eu chegava. hehe Mas desenrolei bem!), e a noite começamos uma batalha contra o próprio cançaso para fazer a faixa, cartazes e tudo o mais. Dormimos um pouco e só fomos concluir tudo na manhã do dia seguinte. Ficou tudo lindo… A faixa de mais de três metros dizia “jovens feministas presentes! nunca mais um encontro feminista sem nós”, nas camisas liás também estampamos nossa prasença. Fizemos cerca de 30 cartazes com frases que representam a nossa luta, como “direitos sexuais e reprodutivos”, “legalizar o aborto!”, feminismo não combina com lesbofobia”, e outras. Em poucos minutos as pessoas estavam nos fotografando, perguntando sobre a intervenção, e ficamos supervizibilizadas no encontro. Aos poucos as tensões contra as jovens foram diminuindo. No dia seguinte fizemos um jornal mural resgatando a nossa história desde o ultimo EFLAC em 2005, e também deixamos um grande espaço para que as jovens escrevessem o que para elas “é ser jovem feminista”.

Participei de várias atividades independentes que trabalhava com os direitos sexuais e reprodutivos, mais outras duas sobre o aborto que me trouxeram informações que ainda não tinha como “aborto por medicamentos, como ministrar, etc.”, e também novas idéias de como trabalhar essa questão aqui no Brasil. Existe inclusive, um projeto muito inovador das meninas do Equador, é um chamado das “alinhas dos direitos sexuais e reprodutivos”, trata-se de uma linha telefônica que é bem difundida onde as pessoas odem estar ligando e pedindo informaçõs sobre saúde sexual e reprodutiva e principalmente sobr o aborto… quais os tipos de abortos que são legais, em que hospital eu vou, etc.

Além dessas também participei de uma com onze jovens feministas do equador, uma brasileira e uma argentina, que discuiamos especificamente sobre as jovens feministas, desafios, autonomas ou institucionalizadas… Aproveitei esse raro momento de diálogo, por que o encontro não proporcionava muito essa troca de experiências, e falei sobre as experiências que temos no Brasil enquanto mulheres jovens, a exeriência em coletivo que é uma - autonoma, e no Centro de Jovens da BEMFAM - institucionalizada. Também falei sobre o projeto ‘vigilantes dos direitos sexuais e reprodutivos”… Contextualizando a realidade no Brasil e dando idéias também. Foi muito bom FALAR e ser OUVIDA.

Em uma boa parte dos países da América Latina pincipalmente no Mexico, não existe essa discussão que temos tão presente sobre as IDENTIDADES, e existe uma espécie de “apartaid” entre o segmento feminista das AUTONOMAS e INSTITUCIONALIZADAS. Por isso as jovens sofreram tanto, por que ser jovem feminista é uma identidade e por que não somos exatamente nem autonoma, nem institucionalizadas… Eu por exemplo convivo tranqilamente com essa dualidade. Mas elas não! Ouvi uma história, não sei se é verdade, que essa separação ocorreu a cerca de uns 15 anos e desde então elas não se união. Essa união só foi possível para realizarem o encontro. Acaba que essa ituação gerou um mal-estar, por exemplo, algumas autonomas não eram a favor da participção das transsexuais no encontro.

Falei também sobre os vigilantes com três brasileiras e as duas garotas da “alinha” do Equador. Falamos sobre a possibilidade de trazer um projeto como esse pro Brasil, se adequando é claro, a nossa legislação… Mas elas querem tabalhar apenas com mulheres, então não nos encaixamos tão bem. Mas foi bom ter essa pequena troca de experiências também.

Na manhã do ultimo dia do encontro, dia 20, houve a assembléia final onde vários segmentos como as transsexuais, as negras e é claro “nós, as jovens”, subiram ao palco para apresentarem suas cartas obre suas reivindicações e impressões sobre o encontro. Foi maravilhoso poder subir lá em cima e numa voz só, dizermos tudo que estava no encomodando desde o início… Falamos inclusive sobre o desperdicio que teve de copos que ram de isopor e outros, que é péssimo pro meio ambiente! Por incrível que pareça até fomos bem aplaudidas!

Mas para mim, existiram mais dois momentos inesquecíveis! O primeiro foi a apresentação da carta das transsexuais… Todas se emocionaram. Tudo que elas reivindicavam era que fossem aceitas, que unissimos a elas nesta luta contra o machismo, o patriarco que oprime a todas nós em comum. Chorei chorei! O segundo, foi quando todas nós seguimos numa grande Marcha até a praça do centro histórico… segurando faixas, catazes, gritando nossas reivindicações, cantalorando ao mega-fone. Todas unidas, abraçadas. A principal reivindicação, e claro, foi a autonomia do corpo das mulheres, principalmente ao direito de abortar. Me arrepio só de lembrar. Até eu cantei ao megafone “se o papa fosse mulheeeer, o aborto seria legaaaal (bis 3x), seria legal e seguro (bis 3x), se o papa fosse mulher!”. Foi ótimo ser o centro das atenções por alguns minutos.

Ao final da Marcha, ainda ficamos lá um bom tempo. E cada mulher, no seu momento, foi se retirando e voltando aos seus países. O XI EFLAC chegava ao fim.

As principais fotos e matérias vocês podem ver no fotolog e no blog da Articulação Brasileira de Jovens Feministas - ABJF.

fotolog: http://jovensfeministas.nafoto.net/photo20090319231125.html
blog: http://dialogoj.wordpress.com/ (ainda faltam muitas matérias)

Beijos… e obrigada pelo apoio!!

Mais uma conquista para o grupo dos Vigilantes dos direitos Sexuais e Reprodutivo!
O Grupo TUMM, através do projeto Catavento, realizou no mês de dezembro de 2008 um curso de formação de rede, que reuniu todas as instituições que trabalham com criança e adolescentes no município para fortalecer o atendimento integral a essa população. Hoje, temos uma mescla de grupos e pessoas que trabalham nas escolas, instituições, conselhos tutelar e de direitos, promotoria da infância e juventude, departamentos da educação e saúde, departamento Municipal de Promoção Social e Habitação.
Somando a esta proteção vimos fomentar a proteção dos direitos sexuais e reprodutivos em todos esses espaços acima citados.
Como????
Nesta, sexta-feira, 20 de março, aconteceu uma reunião da rede! Colocamos na pauta a divulgação do Projeto dos vigilantes e convidamos que cada instituição indique dois adolescentes e jovens para a formação da nossa rede virtual. Estamos aguardando as indicações…
Estamos muito felizes com mais este passo que demos no projeto.
Bjus
Grá

XIV Encontro Nacional de Adolescentes

Olá vigilantes,

O nosso XIV ENA esta cada vez mais perto, e por isso, temos que ficar ligados nos espaços de participação para aproveitá-los para ampliar nossas ações enquanto vigilantes dos DSDR.

Já esta no ar o site do encontro, com todas as informações sobre o mesmo, e aberto a inscrição dos grupos e instituições participantes, conto com a colaboração de todos/as para divulgar e mobilizar os grupos do MAB e fora dele para fazerem suas inscrições.

O Link para o site, esta no site do MAB, que também esta de cara nova, www.redemab.org.br

Abraço a todos/as e nos encontramos no ENA, Santa Bárbara espera por vocês…

relato

No dia 31 de julho de 2008 eu Weslei participante do MIAL(Movimento de Intercambio de Adolescetes de Lavras) fui para a cidade de Campinas/SP para participar de uma capacitação sobre o direitos Sexuai e Reprodutivos como intutito de aperfeiçoa-me mais sobre o tema.Voltamos para casa com a responsabilidade de passa o curso e formar novos “Vigilantes” do Direitos Sexuai e Reprodutivos, mas por causa de alguns problemas pessoais eu não tive como fazer o repasse.
Então estou tentando unir o projeto ao SPE(Saúde e Prevenção nas Escolas) com o merito que me foi dado no dia 27 de fevereiro todos os adolescentes do MIAL junto com a ONG CIRANDA fizemos uma cescibilização para todos enfermeiros,professores,agente de saúde do PSF,médicos que estão participando do SPE.A esperiência foi gratificante ,pois todos adolescente conseguiram superar seus medos,suas espectativasem em relação a censibilização.
Esse é um projeto de suma importancia,pois é através do mesmo que estaram cendo abertas as portas da nossa cidade para um futuro melhor.
Weslei Ituinga/MG

Vamu que vamu!

Querid@as,

Vos trago boas notícias… Consegui ir ontem ao Rio de Janeiro e já estou com o visto! nossa, foi um sufoco conseguir pois meu nome não estava na lista oficial do encontro e a declaração da minha mãe me colocando como dependente não estava autenticada. Mas acho que o consul resolveu ser bonzinho, e o fato de eu ser de outra cidade que não o Rj e também já ter tido um visto de lá, me ajudaram.

Pois bem… O encontro Feminista latinoamericano e do caribe começa esta segunda e vai até sexta na Cidade do México. Torçam por mim.

Beijos, e obrigada pelo apoio!!!

8 DE MARÇO DE 2009!! (DIA 07 DE MARÇO - SABADO, 10h)

O Identidde e outros grupos, organizaram um ato para contrapor a passeata orgaizada pela prefeitura e entidades agregadas/ parcerias, mas que não tem nenhuma discussão de opressão e sim, de “Feminices”…Descemos a rua do comércio popular de Campinas (13 de maio), às 10h da manhã, logo depois de passar o cortejo de outros grupos de mulheres…

Mais uma vez, causamos.

uma das melhores foi a palavra de ordem: (melodia: “Fulano é bom companheiro, fulano é bom companheiro…ninguém pode negar”,sabem?)
Fica assim:

SE O PAPA FOSSE MULHER,
SE O PAPA FOSSE MULHER,
SE O PAPA FOSSE MULHER,
O ABORTO SERIA LEGAL

O ABORTO SERIA SEGURO
SERIA LEGAL E SEGURO!

SE O PAPA FOSSE MULHER,
SE O PAPA FOSSE MULHER,
(…)”

Não lembro quantos grupos estavam na composição do ato. Vou perguntar para outros do Id que estavam la, e postamos no blog.

Veja algumas figuras em FOTOS.

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