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Visita à Delegacia da Mulher em Recife

Pessoal,

estou trabalhando em um projeto chamado “apitaço: enfrentamento a violência contra as mulheres” de uma organização chamada “Grupo de Mulheres Cidadania feminina situada na Zona Norte de Recife. Neste projeto, que circula por comunidades de baixa renda em Recife, as mulheres passam por oficinas de gênero, feminismo, identidade racial, saúde e direitos reprodutivos, saúde e direitos sexuais, fala pública, lei maria da penha e outras. E ao final deste processo elas vão visitar a delegacia das mulheres para saber como se faz a denuncia e entender um pouco mais do processo.

eu trabalho mais na relatoria, por isso não posso dar tantos pitacos. Mas é impressionante ver a transformação dessas mulheres em tão pouco tempo.

Recentemente, numa dessas visitas a delegacia presenciei um fato interessantissimo num diálogo entre a delegada e as mulheres. Acompanhem…

“O que acontece quando as mulheres prestam a denúncia várias vezes e nada aconteceu e terminou em morte?” pergunta a mulher.

“A gente pede as medidas protetivas, mas às vezes o judiciário não autoriza. Aqui a gente trabalha 24 horas, e lá a juíza trabalha 6 horas. Deveria ter mais varas.” responde a delegada.

“Então tem que criar mais varas.” Afirma outra mulher, como se a fala da delegada não justificasse o fato.

“E para isso precisa de quê?” Questiona novamente a primeira mulher.

“Pressão de vocês! Solicitar ao presidente do tribunal.” Delegada.

Estas ultimas falas são bastante interessantes por que as mulheres começam a identificar na fala da delegada quais são os problemas reais que ocorrem durante o processo, e não se conformam com a resposta dela que apenas explica a falha existente. Elas vão mais a fundo e questionam em outras palavras: como é que a gente faz pra mudar?

Esse inconformismo é a verdade de que os diálogos e conhecimentos são capaz sim de mudar a vida das pessoas, como começam a mudar a vida destas mulheres.

esperam que tenham gostado de ler sobre essa experiência.

Hábito de postar fotos preocupa Ministério Público

Pesquisa revela que 13% dos estudantes adolescentes já publicaram ou enviaram fotos intimas pela internet

A organização não governamental Safernet Brasil e o Ministério Público Federal (MPF) em São Paulo estão preocupados com o crescimento do chamado sexting (palavra originada de sex, que em inglês significa sexo, e texting, texto enviado por celular), modalidade entre os adolescentes de se fotografarem em poses sensuais, nus ou seminus, postando depois as imagens na internet ou enviando-as pelo celular.

“Esse fenômeno nos preocupa muito porque está numa fronteira muito tênue entre o que é ciberbullying, que são aquelas piadas agressivas entre os jovens, e o que pode ser considerado pornografia infantil. É a nova versão da paquera. O mexer no cabelo das meninas e dar uma piscadinha de olho numa festa ou ir a uma balada têm sido complementados por uma foto sensual [de partes do corpo ou seminus]”, disse o diretor de Prevenção e Atendimento da Safernet, Rodrigo Nejm.

Segundo ele, as fotos são enviadas pela internet ou celular para os paqueras dos adolescentes de forma inconsequente, “sem intenção de produzir nenhum tipo de pornografia”. Para Nejm, nesses ambientes, as imagens podem cair nas mãos de outras pessoas, que podem tirar proveitos das fotos ou utilizá-las em sites pornográficos.

“Infelizmente, muitos aliciadores e muitos consumidores de pornografia infantil recebem isso como um presente e colecionam essas imagens, colocando essas imagens num contexto de pornografia infantil”, afirmou Nejm.

Uma pesquisa feita pela Safernet sobre hábitos de navegação, e que ainda está em andamento em vários estados do Brasil, revelou que 13% dos estudantes adolescentes já publicaram fotos intimas na internet ou as enviaram por e-mail ou celular pelo menos uma vez uma vez na vida e mais 39% publicaram ou enviaram as fotos íntimas por mais de cinco vezes.

Em outra pesquisa sobre hábitos de segurança na internet, foi constatado que 38% dos jovens já foram vítimas de ciberbullying e 44% disseram que os amigos já foram vítimas de humilhações, piadas agressivas e ofensas (ciberbullying) ao menos uma vez.

Para orientar os educadores na prevenção e combate a esse tipo de crime na internet, a Safernet, em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), lançou hoje (03) um kit pedagógico, contendo vídeos didáticos, histórias em quadrinhos, fichas pedagógicas com sugestões de atividades em salas de aula, além de uma cartilha com dicas para tornar o uso da internet mais seguro.

Entre as dicas oferecidas pela cartilha para navegar com segurança na internet estão o de não expor detalhes da vida pessoal ou dados como endereços e telefones na rede; evitar distribuir ou colocar fotos em sites de relacionamentos, blogs (páginas criadas pelo próprio usuário para postar suas ideias) ou enviá-los por e-mails (correios eletrônicos); tomar cuidado com o que escreve ou com as imagens que publica na rede; não responder às agressões e bloquear os contatos de agressores no celular, sites de relacionamento, chats (salas de bate-papo) ou e-mails.

Notícia

Olá pessoal, Dani Massaro postou este artigo na lista de discussão do TUMM, achei interessante para postar aqui, ela o encontrou no site do yahoo, não tem o nome de quem escreveu.
Pesquisei um pouco sobre o assunto e encontrei também uma notícia de 2004 no site do ministério da saúde, eu nunca ouvi falar desta pílula, mas acredito que seria um grande passo para diminuir a desigualdade de gênero em relação à responsabilidade da gravidez, que sempre cai aos ombros das mulheres.
Confiram.

bjos Amanda

Pílula masculina sufoca a gravidez indesejada
Com ou sem hormônios, medicamentos estão prestes a entrar no mercado

Que controle de natalidade é necessário, todos já sabem. Contudo,
atualmente, é a mulher quem acaba sendo a única a utilizar o método
anticoncepcional mais seguro (e não definitivo) disponível no mercado:
a pílula anticoncepcional.

Os homens ficam restritos a duas opções: uma essencial, a camisinha, e
outra definitiva, a vasectomia. Por enquanto. Isso porque as pesquisas
andam a todo vapor nos laboratórios mundiais, em busca do primeiro
anticoncepcional masculino.

Mas como vai funcionar essa novidade? Se der tudo certo,
existirão duas opções básicas: as pílulas hormonais e as
não-hormonais. A abordagem hormonal é, atualmente, a mais próxima da
realidade e da aplicação clínica , avalia o Dr. Antônio Marmo Lucon,
doutor em urologia do Departamento de Urologia da USP (Universidade de
São Paulo).

Neste caso, os hormônios liberados pela pílula bloqueariam
temporariamente a produção de espermatozóides, sem afetar a virilidade
ou sexualidade masculina. E aí está um dos maiores entraves na
popularização deste tipo de medicamento. Os homens em geral têm
resistência a tomar um medicamento que baixe seus níveis de esperma,
mesmo que, como no caso da pílula masculina, estes efeitos sejam
reversíveis , afirma o médico e pesquisador australiano Peter Liu, do
Instituto de Pesquisas Biomédicas de Los Angeles.

Os hormônios usados são a testosterona e a progesterona, (mesmo
hormônio usado na pílula feminina).A grande dificuldade dos métodos
hormonais (que podem vir ao mercado em forma de implantes e adesivos,
e não só como comprimidos) é o acerto das dosagens. Vale lembrar ainda
que o efeito é progressivo e não imediato, ou seja, o homem precisaria
tomar a pílula por alguns meses alcançar 100% de sua eficácia.

Projeto pioneiro, riscos desconhecidos
Nessa fase inicial, os pesquisadores não descartam os efeitos
colaterais, que podem incluir disfunção erétil, ginecomastia
(crescimento das mamas no homem) e aumento da próstata.

Até que estes efeitos sejam eliminados por completo, com mais testes e
pesquisas, a pílula não estará disponível ao público. Outra opção é
investir nas pílulas não hormonais, que têm por objetivo impedir, sem
recorrer a hormônios, que os espermatozóides fecundem o óvulo.

Um exemplo é a pesquisa realizada pela Universidade de Massachusetts,
que descobriu, em 2005, a relação entre a proteína chamada Cs e a
mobilidade da cauda dos espermatozóides. Se eles não conseguem se
mexer, são incapazes de chegar até o óvulo e realizar a fecundação.
Assim, a função da pílula seria bloquear esta proteína, o que não
afetaria em nada a produção de esperma nem traria efeitos colaterais.
Se eles não conseguem se mexer, são incapazes de chegar até o óvulo e
realizar a fecundação. Assim, a função da pílula seria bloquear esta
proteína, o que não afetaria em nada a produção de esperma nem traria
efeitos colaterais.

Outra opção é a chamada pílula do orgasmo seco , uma descoberta da
Universidade King´s College, que impede a ejaculação (mas não o
orgasmo) do homem. O melhor é que esta pílula poderia ser tomada logo
antes da relação sexual ou todos os dias, como a feminina, e seu
efeito duraria cerca de 24h.

Uma alternativa, avaliada na Universidade de Washington, tem foco no
sistema imunológico: aqui a idéia é bloquear uma proteína chamada
epina, que ajuda na maturação do espermatozóide, tornando o homem
infértil sem mexer em seus níveis hormonais.

Já seguindo a mesma linha do DIU feminino, pode surgir no mercado, em
cerca de cinco anos, um equivalente masculino, feito de silicone.
Composto por dois tampões, o dispositivo seria implantado no canal
deferente masculino, bloqueando a passagem do esperma. Para voltar a
ser fértil, bastaria retirar o implante. “Atualmente, lidamos muito
mais com a falta de interesse quanto ao tema do que com a carência de
soluções em si” , conclui o Dr. Antônio Marmo Lucon.

Mas este quadro deve mudar. Levantamentos feitos no Brasil e nos
Estados Unidos apontam que mais da metade dos homens usariam um método
anticoncepcional não definitivo como a pílula, o implante ou o gel,
enquanto que cerca de 70% das mulheres disseram que confiariam em seus
parceiros para cuidar do controle de natalidade. A previsão é que
dentro de alguns anos os primeiros produtos comecem a chegar às
prateleiras.

Notícia de 2004, site: http://www.sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=54090

Caderneta de Saúde da/o Adolescente - Ministério da Saúde

cardeneta meninas 1 - cardeneta meninas 1
Conheça a Caderneta de Saúde d/ao Adolescente do Ministério da Saúde. O Ministério da Saúde lançou em 2009 a Caderneta de Saúde, para orientar adolescentes e jovens sobre questões ligadas a anticoncepção, mudanças corporais e desenvolvimento, entre outros assuntos.

A Reprolatina conribuiu ativamente para a elaboração da caderneta.
E o website da Reprolatina “VIvendo a Adolescência” (www.adolescencia.org.br) foi um dos selcionados pelo Ministério como referencial para os temas abordados na cadernete. Visite agora e conheça o “Vivendo a Adolescência”.

Para acessar a cartilha (em qualidade de impressão), na íntegra, viste:

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cardeneta_meninas.pdf e/ou http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/cardeneta_meninas.pdf

Reprolatina *** 10 anos ***

RL 10 anos - RL 10 anos

Amor e Sexo [e Futebol]

JOSÉ GERALDO COUTO

Da sedução à la Robinho à amorosa tabelinha, o erotismo entra em campo de várias maneiras.

HOJE VAMOS falar de sexo. Não, não vou ficar especulando se Robinho estuprou ou não a garota que o acusa nem vou comentar a vida sexual de Ronaldo ou de qualquer outra pessoa. O que interessa aqui é o erotismo simbólico presente no futebol e em seu entorno. Já virou lugar comum comparar o gol, momento de clímax do futebol, a um orgasmo. Por extensão, perder um gol feito é como broxar na hora H. E uma expressão como “entrar com bola e tudo”, a bem da verdade, é quase pornográfica. Mas há nessa analogia entre futebol e sexo uma coisa curiosa. Observando bem, a relação erótica (no plano simbólico, insisto) se dá tanto entre adversários como entre companheiros de time. Calma, eu explico. Há um forte traço de dominação sexual, ou de sedução e conquista, no embate entre um jogador, sobretudo um atacante, e seu oponente. Uma bola metida entre as pernas equivale a um estupro, e não por acaso o jogador que a sofre fecha as pernas instintivamente, tarde demais, como uma donzela tentando defender a castidade. Um jogador que fica serpenteando diante do adversário, oferecendo-lhe a bola como uma maçã do Éden, só para tirá-la do alcance do infeliz no último instante, é um autêntico sedutor. O locutor diz: “Tirou fulano pra dançar”. O modelo clássico dessa atitude de lasciva provocação era o estilo do ponta-esquerda Edu, do Santos e da seleção nos anos 60 e início dos 70. Robinho é um atacante em cujo jogo o componente sensual é notório. Rebola para cá, rebola para lá, pedala, acena com a entrega, hipnotiza o adversário e, no instante decisivo, escapa, deixando-o desconcertado, sem equilíbrio. Seu golaço contra a Itália, na terça-feira, ilustra à perfeição o que estou dizendo. O estilo Robinho consiste em amolecer o antagonista para então se aproveitar de seu ponto fraco. É como o conquistador que embriaga sua vítima com bebida, alguma droga ou a mera lábia para minar sua resistência e consumar a violação. Mas há também uma relação erótica, igualmente simbólica, mas de outra natureza, entre jogadores de uma mesma equipe. Chico Buarque observou uma vez que, diferentemente das meninas, que podem andar de mãos dadas ou abraçadas com amigas sem despertar censura, os meninos precisam sublimar seu afeto pelos amigos de outras maneiras, por exemplo jogando futebol. Já nem falo da comemoração de um gol ou uma vitória, quando marmanjos se abraçam, se beijam, rolam no chão. O próprio passe, sobretudo aquele que coloca o companheiro numa boa situação, já é um claro gesto de carinho. A devolução, idem. Por isso, a tabelinha é a jogada mais amorosa que pode existir. O gol de Elano no jogo contra a Itália foi uma dessas tabelas que são verdadeiras cenas de amor; o segundo gol do Palmeiras contra o Mirassol, feito por Keirrison em parceria com Diego Souza, foi outro. Resumindo drasticamente esta elucubração, talvez se possa dizer que, na relação com o adversário, prevalece o sexo e, na relação com o parceiro de time, sobressai o amor. E o erotismo, que não se confunde com a pornografia, é a fusão dessas duas coisas.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk1402200917.htm

Olá Vigilantes,

Todos/as estão sabendo dessa decisão / nota técnica do Programa Nacional de DST-Aids - Ministério da Saúde? É uma otima oportunidade para efetivarmos nossas ações de garantia dos DSDR e garantir que os pontos / locais de distribuição sejam ampliados em seus municípios.

Um proposta que estamos discutindo em SBO, que pode ser apresentada pelos grupos que possui sede própria, é do Grupo (espaço físico) ser um ponto de distribuição e orientação do uso correto do preservativo, pensem nisso???

Abaixo a ultima noticia sobre esse assunto…

Nota Técnica recomenda descentralização estratégica de insumos de prevenção

O Ministério da Saúde recomenda que às Secretarias Estaduais da Saúde adotem medidas de descentralização na distribuição de insumos para as capitais federais. As coordenações estaduais deverão enviar as informações solicitadas na Nota Técnica até 31 de maio no endereço eletrônico: insumosprev@aids.gov.br. Os dados devem ser encaminhados para o e-mail.

No inicio do ano, o PN – DST/AIDS já havia recomendado aos estados e municípios brasileiros facilitar a entrega do preservativo masculinos a quem procura pelo insumo nos centros de saúde e hospitais públicos. A intenção foi diminuir a burocracia na oferta do produto. As sugestões fizeram parte de nota técnica publicada em janeiro e vão desde a desvinculação da necessidade de prescrição médica para a entrega dos preservativos masculinos, até evitar apresentação de identidade e obrigatoriedade de participação em palestras ou reuniões.

Acesse aqui a íntegra da Nota Técnica

Olá Vigilantes,

Algum grupo desenvolveu ações nesse dia?

17 de maio é o Dia Mundial de Combate à Homofobia. A data mostra que preconceito, ódio e aversão contra homossexuais ainda são uma realidade patente em todo o mundo, apesar de avanços sociais em relação aos direitos sexuais. O Brasil, em especial, carrega um paradoxo quando o assunto é diversidade sexual. O país que registra a maior parada do orgulho gay do mundo, chegando a mobilizar três milhões de pessoas em São Paulo, também é local de muitos assassinatos.

Em resposta à questão, o governo federal lançou em 2004 o Brasil Sem Homofobia – Programa Brasileiro de Combate à Violência e à Discriminação contra LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) e de Promoção da Cidadania Homossexual. A iniciativa deu origem >>>

Em SBO infelizmente a data passou em branco, somente agora que o Grupo IRSSA voltou as reuniões (duas vezes por semana), em um novo espaço qu econseguimos com a Secretaria Municipal de Saúde, para as reuniões, articulações e desenvolvimento das ações do Grupo.

Abraços,
Rodrigo Correia

Nosso objetivo…?

Gente, o que ficou daquela nossa ultima reunião pelo CENTRA?

Infelizmente não pude participar diretamente por que estava utilizando o computador da faculdade, que de tão lento, não baixou o programa. Mas contribui através do Rodrigo pelo MSN.

Sei que saiu o objetivo geral, e ficamos de pensar as outras coisas e obejetivos por e-mail… E até agora não recebi nada!

Eu imagino que vocês devem estar muito atarefados/as, mas é importante não perdermos de vista os nossos objetivos, ok?!

Vamos tomar uma injeção de estimulo, e seguir em frente por que a caminhada é grande, e juntos/as somos mais fortes!

Olá vigilantes,

Ontem, 06/05/09, realizamos aqui em Campinas o I Seminario de PP de Juventude da RAC, realizado pelo Fórum Permanente de PP de Juventude da RAC que constituimos a pouco tempo aqui na Região de Campinas, tendo como organizadores/as do Fórum jovens ligados ao executivo (coordenadorias de juventude), legislativo e a sociedade civil / movimentos organizados, no qual o MAB está inserido.

O evento marcou a assinatura do Pacto pela Juventude, pelos prefeitos ou vice-prefeitos presentes, entre eles, o de Santa Bárbara e Sumaré, dois municípios que estamos trabalhando o Projeto Vigilantes, o que nos dá mais um importante instrumento para cobrar a efetivação de politicas públicas de adolescentes e jovens.

Abaixo, dois link que divulgaram o evento.

Prefeitura de Campinas

Prefeitura de SBO

Vamos em frente…
Abraços

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