Mais de 70% das mulheres acima de 50 anos não usam camisinha

Rodrigo Correia | Bem-Vindos/as!!! | Domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Olá vigilantes,

Falando de carnaval e prevenção, não vamos esquecer de trabalhar também com a população alvo desse ano/campanha; 3ª IDADE…

Mulheres acima dos 50 anos não têm o hábito de usar preservativo, nem mesmo nas relações eventuais. Dados parciais de pesquisa de comportamento realizada pelo Ministério da Saúde em 2008 apontam que 72% das brasileiras nessa faixa etária não usam camisinha com parceiros casuais. Para alertar sobre os riscos do comportamento, o Ministério da Saúde, em conjunto com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, lançou na sexta-feira, 13/02, a campanha de prevenção à aids e outras doenças sexualmente transmissíveis no Carnaval 2009, com o slogan “Sexo não tem idade para acabar. Proteção também não”.

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Dani GAM | Bem-Vindos/as!!! | Sexta, 13 de Fevereiro de 2009

Boa Tarde Vigilantes!

Alguém vai fazer alguma ação nesse carnaval?

Nós aqui do GAM lançamos a campanha “Loucos por Prevenção” e vamos realizar na semana que vem dos dias 18 a 21/02 ações de prevenção e divulgação dos Direitos Sexuais e Reprodutivos nos ensaios das Escolas de Samba de São José dos Campos e em alguns blocos carnavalesco.

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beijos

Dani

Maria Camila | Bem-Vindos/as!!! | Quinta, 12 de Fevereiro de 2009

Oi pessoal, tudo bem?

O 8 de março está chegando e seria muito bom que planejassimos atividades em nossas respectivas cidades para refletir sobre a questão de gênero e os Direitos sexuais e Reprodutivos. O que acham? Além disso, poderíamos fazer algo enquanto rede? escrever uma carta à secretaria e Conselho Nacional de Políticas para as Mulheres, por exemplo. Ou mesmo a ASAJ.

Acho bom que importantes orgãos reconheçam a existência dessa rede e o que nós lutamos.

beijos a todas e todos.

SOS - SEXUALIDADE

Lilian de Deus | Bem-Vindos/as!!! | Quarta, 11 de Fevereiro de 2009

Olá, galera!

No ano passado, numa ação como vigilante dos direitos sexuais e reprodutivos, fui convidada para falar com os adolescentes de 6ª e 7ª série sobre sexualidade. Assim que cheguei na escola, a coordenadora pedagógica me apresentou aos educadores que logo começaram a falar:

“Ah que bom, esses adolescentes precisam mesmo!”.

“Ah isso é verdade, essas meninas da 6ª tem um fogo, vivem correndo atrás dos meninos”.

“Nossa aqui já tem algumas meninas grávidas ou que logo vão ficar por causa desse fogo”

Na verdade fui bombardeada pelas afirmativas, idéias que os educadores fazem dos adolescentes, que pra eles muitos são irresponsáveis, incapazes de tomar decisões.
E logo pensei:

“Meu Deus! Esses educandos passam 1/3 de sua infância e adolescência dentro da escola, na esperança de uma vida melhor, na busca da formação pessoal. É perceptível em seus comportamentos a busca de encontrar em seus educadores o que não conseguem em casa: compreensão e esclarecimento das dúvidas que tem, seja no processo da aprendizagem escolar ou na formação pessoal. E muitos deles inconscientemente/ conscientemente fazem uso da sua sexualidade como instrumento para pedir socorro e infelizmente falta educadores para fazer essa leitura.”

No bate papo com as meninas da 6ª série, pude observar o quanto elas gritam por socorro, o quanto elas não tem idéia do que é bom ou não pra elas pelo fato de ninguém tê-las permitido a conhecer o próprio corpo, a identificar seus próprios sentimentos em determinadas situações, ninguém disse a essas meninas sobre seus direitos sexuais e reprodutivos. Então como podem identificar um abuso sexual, se não tem idéia do que é uma violência? Como podem se sentir no direito de viver uma relação sexual sem temor de gravidez e/ ou contrair uma DST? Infelizmente o desconhecimento dos direitos faz com que essas adolescentes se tornem cada vez mais vulneráveis e o pior sem um projeto de vida saudável.
Fiquei indignada quando elas me falaram das informações que são passadas pra elas por alguns educadores como: Não se engravida na primeira relação, e muito menos se contrai uma doença.
Depois quando essas adolescentes engravidam falam: Nossa nos tempos de hoje com tanta informação, como ela foi engravidar?
Mas não sabemos como é o acesso a essas informações e muito menos como essas informações são passadas pra essas/ es adolescentes.
Será mesmo que os educadores não perpetuam na sala de aula mitos e crenças que eles próprios tem sobre a sexualidade? Transferindo para os adolescentes rótulos e preconceitos?
Lembro-me de uma adolescente no final do bate papo, chegou perto de mim e me perguntou: Quando um menino passa a mão no meu corpo e eu não quero, mas ele me pega a força, isso é uma violência sexual?
Muitos param e pensam: Meu Deus como uma menina de 13 anos não sabe que isso é uma violência? Ah quer saber ela gosta disso…
Foi isso que eu acabei ouvindo de algumas colegas dela de classe, e é essa leitura que muitos educadores fazem dessa situação. Então a quem essa menina pode recorrer?

É vigilantes, temos muito trabalho realmente, se queremos que esses adolescentes sejam sujeitos de direitos. E que possamos cada vez mais sensibilizar educadores, familiares e a todas as pessoas que cercam esses adolescentes que vivem no SOS SEXUALIDADE.

UM ABRAÇO A TOD@S

Lilian

Diminui burocracia para pegar camisinhas nas unidades de saúde de todo o país

Rodrigo Correia | Bem-Vindos/as!!! | Quinta, 5 de Fevereiro de 2009

Olá Vigilantes,

Olá Vigilantes,

Vamos ficar de olho para ver se realmente será implementado essa diretriz do PNDST-Aids em nossos municípios (UBS).

O acesso à camisinha distribuída pelo Sistema Único de Saúde (SUS) ficará mais fácil a partir deste ano. O Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde recomendou aos estados e municípios brasileiros facilitar a entrega do preservativo masculinos a quem procura pelo insumo nos centros de saúde e hospitais públicos. A intenção é diminuir a burocracia na oferta do produto.

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Abraços

Pesquisa da Perseu Abramo mostra preconceito contra comunidade LGTB

amarinho | Orientação e Referência | Quarta, 4 de Fevereiro de 2009

Nova pesquisa das Fundações Perseu Abramo e Rosa Luxemburg revela que por trás da imagem de liberalidade o brasileiro é extremamente preconceituoso em relação à população LGBT.

A pesquisa é do Núcleo de Opinião Pública (NOP), intitulada Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil, Intolerância e respeito às diferenças sexuais nos espaços público e privado.

Leia texto de Gustavo Venturi, doutor em Ciência Política e mestre em Sociologia pela USP. Ele é coordenador do NOP e diretor da Criterium Assessoria em Pesquisas.